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RAÍZES e LAÇOS

algumas famílias nordestinas
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Somos todos de uma só raíz

Mais cedo ou mais tarde, cada um de nós tem interesse em descobrir suas raízes e esclarecer os vínculos de parentesco com alguém. Esse interesse se acentua muito mais e principalmente depois que casamos e nossos filhos começam a despertar a mesma curiosidade.
 
O nome que recebemos ao nascer vem acompanhado de lendas, histórias e tradições, muitas ao além, perdidas com o decorrer de anos na memória dos nossos antepassados, ficando apenas o sangue como testamento e algumas poucas referencias nos apontamentos civis e eclesiásticos.
A evolução nas pesquisas do DNA humano permite-nos hoje estabelecer vínculos ancestrais até uma das filhas de EVA (não a bíblica, mas a primeira mulher de quem temos notícias. Consta que pela pesquisa de DNA a National Geographic descobriu os ascendentes de todas as pessoas vivas no nosso planeta - cerrca de seis bilhões de pessoas.
 
Todos originamos de uma só tribo africana isolada, chamada "San Bushman", cujos ancestrais deixaram a Namíbia há cinquenta mil anos, em busca da sobrevivência, sob os efeitos das transformações climatológicas do planeta - durante a Idade do Gêlo. Deixaram sua "marca registrada" por onde passaram, ou seja, um marco específico na sequencia do DNA. Isso já constitui um ótimo ponto de partida - ou chegada para o nosso trabalho.
Mas não se preocupe, não iremos tão longe - não haveria espaço suficiente para relacionarmos todos os nossos ancestrais, considerando que
cada um de nós tem dois pais, quatro avós, oito bisavós, dezesseis trisavós, 32 tetravós, 64 quintos avós, 2.048 décimos avós, 65.536 décimos quintos avós, 2.097.152 vigésimos avós, 67.108.864 vigésimos quintos avós e assim por diante.

Osvaldo Rezende, em seu livro Genealogia de Tradicionais Famílias de Minas, calculou o numero de avós que temos até a quadragésima geração:

Até a 5ª geração........................................... 124
Da 6ª à 10ª geração................................... 3.968
Da 11ª à 20ª geração........................... 4.190.208
Da 21ª à 30ª geração.................... 4.290.772.992
Da 31ª à 40ª ger......................4.393.751.543.808
TOTAL .................................... 4.398.046.511.100
 
Como não podemos evitar essa progressão, nos contentaríamos em conhecer o nome e história dos nossos ascendentes a partir do século XVIII, pois o resto já consta em estudos genealógicos bem documentados e disponíveis nas bibliotecas e livrarias de todo o pais e do estrangeiro.

HOMENAGEM
Ascenço Ferreira
"Filosofia"
Hora de comer — comer!
Hora de dormir — dormir! Hora de vadiar — vadiar!

Hora de trabalhar?
— Pernas pro ar que ninguém é de ferro!
Quase dois metros de pura poesia, contando a história dos nossos engenhos e canaviais. Amigo de infância e por toda vida do meu pai e meus tios nos engenhos de Palmares, onde nasceu a 9 de maio de 1895.
Em 1917 fundou, com Antônio de Barros Carvalho, Antônio Freire e Artur Griz, entre outros, a sociedade Hora Literária de Palmares.
Casou, em primeiras núpcias, com Maria Stella de Barros Griz
prima da minha avó paterna e irmã de Jayme de Barros Griz, (FOTO AO LADO), outro famoso poeta pernambucano, tambem palmeirense. 
Ascenço e Jayme são considerados como os poetas do ciclo da cana de açucar.

Quando ainda criança, em 1958, tive a honra de conhecê-los no bairro do Hipódromo, em Recife, onde moravam. Como meu pai, Ascenço gostava de frequentar o restaurante Leite e a lanchonete Savoy, na Avenida Guararapes, sempre com o seu charuto e o seu imenso chapéu, recitando seus poemas com uma voz grossa, quase estremecedora.

Vai lá Ascenço, bota cana pra moer!
Aprendi a amar os engenhos
e a cantá-los em poemas
Tudo graças a você!
 
Um emaranhado de nomes
A maior dificuldade que encontro é saber o nome dos nossos ascendentes que viveram entre os anos de 1700 e 1900, para identificar nossos vínculos às raízes já estudadas.
Essa informação existe no fundo das gavetas, nas certidões de nascimento, casamento e óbito, nos títulos de propriedade, nos cemitérios e nas paróquias diocesanas, que mantiveram os registros civis até inícios de 1800 - quando apareceram os cartórios. Lá permanecem, expostos às intempéries e à voracidade das traças, esperando que alguém os descubra e os preserve.
A Fundação Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, em Casa Forte - Recife, guarda acêrvos de muitas famílias pernambucanas, mas alguém teria que ir lá pesquisar.
Nossa família está vinculada a muitas raízes, entrelaçadas numa quase infinita combinação de nomes, os quais representam as famílias da atualidade. A tabela abaixo relaciona algumas
dessas raízes e uniões. Outras mais aparecerão, à medida que nossa pesquisa se vá adiantando.

RAIZEXTENSÃO

Albuquerque

Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti de Albuquerque
Lins de Albuquerque
Uchoa de Albuquerque
Almeida

Corrêa de Almeida

Lins de Almeida

Arcoverde

Barreto

Barros Barreto

Sá Barreto

Barros

Albuquerque Barros

Lins de Barros

Rego Barros

Gouveia de Barros

Bessa

Ribeiro Bessa

Carvalho

Barros Carvalho

Costa Carvalho

Cavalcanti(e)

Arcoverde Cavalcanti

Costa Cavalcanti

Holanda Cavalcanti

Lins Cavalcanti

Moura Cavalcanti

Uchoa Cavalcanti

Sá Cavalcanti

Siqueira Cavalcanti

Corrêa

Barros Corrêa (ou Correia)

Costa

Costa e Silva

Cunha

Almeida Cunha

Freire da Cunha

Freire

Barros Freire

Veloso Freire

Silva Freire

Gouveia

Cruz Gouveia

Costa Gouveia

Griz

Barros Griz

Holanda

Leitão

Melo ou Mello Leitão

Lins

Albuquerque Lins

Almeida Lins

Barros Lins

Cavalcanti Lins

Maranhão

Albuquerque Maranhão

Marroquim

Almeida Marroquim

Carvalho Marroquim

Costa Marroquim

Melo (llo)

Albuquerque Melo

Vieira de Melo

Moura

Nascimento

Marroquim do Nascimento

Rego

Barreto Rego

Lins do Rego

Barros de Sá

Cavalcanti de Sá

Lins de Sá